Tradução: quem decide com qual ferramenta vou trabalhar?

Por Pricila Reis Franz em 19. Jun, 2011 | Tradução | No Comments on Tradução: quem decide com qual ferramenta vou trabalhar?

A área da tradução é uma das poucas em que vejo o cliente exigindo que seu trabalho seja feito em determinada ferramenta (as famosas  “CATs“). Algumas agências chegam a solicitar que o tradutor assine um termo declarando que só faz traduções através da ferramenta XXXXXX.

 

Uni, duni, tê, a ferramenta escolhida foi você!

Uni, duni, tê, a ferramenta escolhida foi você!

Lamento informar, mas quem escolhe as minhas ferramentas sou EU. Por isso, o cliente pode mandar o arquivo com a extensão mais esdrúxula que for; meu primeiro passo é verificar se há alguma forma de traduzir no programa de minha preferência (atualmente é o memoQ).

Pois mês passado aconteceu de cair em minhas mãos arquivos com três formatos diferentes, cada um com seu programa próprio para tradução: um com extensão .txml (do Wordfast Pro), outro .tpublic1900 (do Passolo – que extensão esquisitinha hein?!) e, por fim, .xlz (do Idiom WorldServer Workbench).

Uma rápida pesquisa no Google me ajudou e consegui traduzir os 3 tipos no memoQ. Entreguei os trabalhos e o cliente nem ficou sabendo se usei uma CAT diferente. Por isso, nos próximos posts vou explicar direitinho como fiz para cada um dos casos.

Fica a dica: trabalhe com a ferramenta que você achar melhor. Mas não se esqueça de estudar e pesquisar para aproveitá-la ao máximo!

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