Enquete sobre tradução

Por Pricila Reis Franz em 20. Oct, 2011 | Tradução | 9 Comments on Enquete sobre tradução

Uma pequena enquete com os colegas tradutores. A situação é a seguinte:

Um cliente (agência) entra em contato para fazer uma tradução juramentada (você não é tradutor juramentado e o cliente sabe disso, pois afirma que depois mandará para o tradutor juramentado assinar). Você responde:

1 – Não, muito obrigada.

2 – Não, não posso fazer tradução juramentada. É proibido por lei.

3 – O tradutor juramentado vai ler o trabalho antes de assiná-lo?

4 – Certo, pode mandar o trabalho (afinal, o que é feito com a tradução depois do trabalho realizado não é da sua conta).

Participem, comentem, opinem. Gostaria muito de saber como cada um responde nessa situação. 😉

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9 Comentários

  1. Roseli says:

    Eu escolho a 1, mas com um complemento: indico colegas juramentados para o par de idiomas desejado.

  2. pricila says:

    Oi, Roseli. Não deixei claro no post: para o cliente não importa que você não seja juramentada porque depois ele manda o trabalho feito para o tradutor juramentado assinar.

    • Helene says:

      I think all Mom’s have felt this way!! Going outside and/or feeding him works best for us!! ha!Cute list! Thanks for vitnsiig mine! Have a great weekend! 🙂

    • Jeremie dit :Hum… J’avoue que j’ai été un peu fort contre les graphismes d’Ascension.En fait, je me suis procuré Storm of Souls à Essen, et j’ai constaté une amélioration dans les graphismes, on retrouve une meilleure unité, un plateau plus sympa.Par contre, dans ma critique des cartes, il y a effectivement la « mise en page » qui ne facilite pas la lecture. Et c’est d’autant plus vrai avec Storm of Souls et les effets d’arrivée en jeu des cartes…

    • Why is it not available in CANADA????? we of all countries should get it…i mean we are practically america ourselves, with some differences! well, technically, we are americans as well, cause we live in north america…so give us our video!!!!!!!!!!!!!!!!

  3. Roseli says:

    Ainda assim a 1, Pri. E se der a brecha, indico colegas, quem sabe o cliente não se dá melhor com algum deles e para de propor esses repasses. Já recusei traduções juramentadas sem conta, geralmente para obtenção de dupla cidadania. Tem detalhes que só quem tem a prática conhece, e os papéis ficam que nem bumerangue no consulado, bate e volta. Muita complicação para a minha vida, prefiro passar sem.

  4. Fabio Said says:

    Pricila, escolho a 4. Se as condições gerais do contrato estiverem claras para as ambas as partes (tradução jurídica não-juramentada, sem assinatura, nem carimbo meu porque isso é proibido etc.), não vejo por que não aceitar o projeto.

    O que o cliente vai fazer com a tradução não é problema meu. Se fosse a tradução de um texto para publicação (tradução-fim), o caso seria diferente, mas no caso de uma tradução-meio, na qual o nome do tradutor não tem costuma ter importância, estou me lixando para o que vão fazer com o texto traduzido.

    A questão mais importante, a meu ver, é que antes de começar o trabalho eu preciso ter certeza de que estou apto a assumi-lo, ou seja, é saber se tenho conhecimento do assunto do texto, se tenho experiência com o tipo de documento etc. E, claro, se vou ser bem pago! 🙂

  5. Zeca says:

    Quem é prejudicado na questão? Os TPICs que trabalham de acordo com as leis.
    Proponho 5) dizer que não tem disponibilidade e encaminhar ao sindicato dos TPICs, ao Ministério Público, a Abrates e ao Sintra.

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